As unidades desta fase são enquadradas como Habitação de Interesse Social — faixa 2, um regime da Prefeitura de São Paulo. Ele limita o preço de venda — em 2026, o teto é R$ 383.636,74 — e define quem pode comprar, como financiar e como alugar. Abaixo, cada uma dessas regras.
Famílias com renda de até R$ 9.726/mês em 2026 (6 salários mínimos) ou R$ 1.621 per capita. O enquadramento é confirmado na análise de crédito — o consultor verifica o seu em poucos minutos.
Renda maior pode comprar como adquirente-locador: locação tradicional de longa duração, aluguel limitado (R$ 2.917/mês em 2026) e locatário com renda enquadrada. Curta temporada (Airbnb) é vedada no período de restrição.
As principais restrições têm marco de 10 anos (da 1ª venda ou do Habite-se), conforme a legislação municipal. Depois disso, não há restrição de renda nem de modalidade de locação.
O benefício do Minha Casa Minha Vida acompanha o comprador: se a sua renda se enquadra nas faixas do programa, você financia com juros incentivados e usa FGTS — independentemente do regime do prédio.
✓ Teto legal de preço: R$ 383.636,74 em 2026 · ✓ Sem vaga de garagem · ✓ Locação com regras próprias; Airbnb vedado no período de restrição · ✓ Enquadramento depende do perfil do comprador · ✓ O prédio está pronto e pode ser visitado.
Regras completas, com decretos e fontes: Guia RealZen do HIS-2 →. Valores de 2026; parâmetros são atualizados pela Prefeitura.